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Primeiro Round é a setíma edição de Vidro (Comics).

SinopseEditar

O confronto com os imortais finalmente está para ocorrer. A escuridão é sua amiga e tudo ao redor se basea nisso. Pode - se matar aquilo que atravessa á morte?

HistóriaEditar

Tudo está prestes a sangrar. Tudo está perto de alcançar a desordem do mal. Não existe mais nenhuma brisa em Azarath, nem mesmo o ar é capaz de sobreviver sem ser corrompida por essa maléfica essência. Jamais algo sobreviveu á união dos nove primeiros e ainda assim, aqui estou eu, parado como uma estátua. Lágrimas de sangue vasculham o meu rosto em busca de onde cair, eu deveria cair junto á elas, não tem um motivo lógico para continuar essa luta.

Deste quando eu virei um completo suicida? Pois essa é a única palavra para descrever meus atos na atualidade. A vitória não é mais que um breve sonho infantil que de forma fugaz escapa dos meus pensamentos.  Antigamente meu nome era sinônimo de herói caído, não imaginava no que eu irei me envolver. Algo, não, alguém me prende inteiramente nessa insanidade e eu sei quem. Não faz mal, todos os funcionários do Arkham já achavam isso há séculos.

Os dedos usam toda a força que podem para manter as lâminas seguras em minhas mãos. O tempo se esgotou, os espaços para falhas como essa acabaram de desaparecer.  Os olhos profundos de minha amiga mergulham no que resta da esperança morta de meu coração, ela é incrível e minha prisão nisso tudo.  Um ponto fraco, nossa amizades só geram fraquezas em uma guerra, eu devia elimina – La, mas não vou. Talvez, jamais isso suma de mim. Na total obscuridade, uma fumaça surge como se fosse parte de toda essa falta de clareza. Como se tivesse nascido dela e em um piscar de olhos o mal antigo está no alcance de meus sentidos.

Através de seus capuzes brancos com detalhes brancos eu posso sentir, posso vivenciar as trevas absolutas correndo em cada veia deles.  Não é complicado ver todas as centenas, se não, milhares de mortes guardas em cada sombra pertinente aos cadáveres ambulantes. Isto quase me faz tremer, quase me faz desistir. Quase. Esse cenário se resume á controle, controle é o que realmente fará diferença.

Nos olhos do que parece ser o líder do sexteto, a única coisa clara era um olhar obscuro e uma ganância sem limites por mais poder. Mas mesmo com a tamanha falta de luz, ele conseguiu ver por um segundo minha dúvida. A face indiferente não tem efeito sobre ele e esse homem irá utilizar o conhecimento que tem contra mim, eu sei, porque eu também faria a mesma coisa no lugar dele.

Inominável: Sua dúvida é plausível e racional, parabéns gado. Desistindo agora e terá uma morte rápida, prometo – Um sorriso aonde só crueldade reside toma forma em seus lábios.

Minha figura permanece firme e imóvel enquanto pisava sobre o solo que uma vez já teve a honra de ser a base para homens e mulheres pacíficas de Azarath.  Agora, esses seres estão apagados do universo e isso será o prólogo para o caos no resto do planeta, para os resquícios do universo que sobreviver.  A falta de esperança contemplada por mim, não tenho nada a perder. Esse vaso físico vai ruir e nada posso fazer. No leito de morte completarei meu objetivo: Vingança.

Esta cruzada é resumida nessa palavra. Cada passo lento que meus pés permitem me deixa próximo da conclusão dessa luta. Cada uma das minhas mãos ocupadas por Espadas Superiores. Eu iria matar os que já estavam mortos, começando pelo líder deles que me encarava com divertimento em sua expressão. Uma mão amiga me colocou contra esse fluxo.

Jessie: Terry, não importa o que essa língua de cobra diz você é corajoso. Mas, preciso enfrentar o tio Drakar sozinha. É assunto de família e não quero que você se machuque. - Declarou a mestra dos olhos cor de esmeralda. Um movimento suave e a força que me segurava se dissipou.

Drakar: Sim, sobrinha. A filha da Casta Superior contra o líder dos Inomináveis. Sem interrupções.

Eu gostaria de continuar. Porem, cada peça de meu ser me trai. Derrubado demais para dá o passo seguinte. Sinto o assobio mortal do fim dessa existência si aproximando cada vez mais de minha carne. Por muito pouco não caio perante o chão frio que existe em minha frente. Meus músculos já travaram batalhas demais e essa é última que eles querem travar. Mesmo assim, por uma teimosia grandiosa sou capaz de ver. Assistir o que talvez, feche o futuro de minha única amiga nesse mundo.

Dentre as sombras que vivem onde uma vez já existiu a paz, no fundo de toda essa magia, eu ainda posso senti – La.  Observar a determinação tão ofuscante quanto o sol, uma estrela que agora é sugada para a escuridão.  Somente restava uma prova que um conflito havia se desenrolado a poucos metros de meus pés: a voz sombriamente de seu inimigo anunciado minha penitência em alto e bom som.

Drakar: Matem esse inseto!

Choque é o acontece quando meus joelhos finalmente vão ao chão e o eco de sua ordem ainda continua, como uma assombração sem desfecho.  Berro de sangue uniu – se as minhas lagrimas, formando um reino remanescente em todo esse escuro. O líquido avermelhando que dispôs um canto para as lâminas falidas.  Desgraçado em um único golpe e afetado pelo vírus do mal antigo que se penetrava o meu ser. Causado pelas unhas que a muito tempo só conhece o podre.

Inominável: Nós demos o que você queria antes e agora meus irmãos querem o troco – E então caio sobre minha própria cabeça, aonde a solidão é meu imperador.

Buraco Negro e sugador. São as melhores palavras que simbolizam meu interior.  Pisadas são minhas acompanhantes e o vidro quebrado é o mais próximo de solido que eu chegarei do real. Vidros quebrados que me perseguem em todos os cantos, reflexões que morrem sob a sola de meu tênis.  Um passageiro sobre esse vácuo eu sou, uma resultante de um solitário e amaldiçoado que não conhece exceções. Tirando isso.

Nada que eu possa fazer mudará o que você fez a si mesmo - Essa frase mergulhou profundamente. Familiar eu creio, algo indecifrável e ainda sim, tão conhecido.  Mestra era a senhora. Plantada tão próxima. Aparentemente viva.

Eu: Ducra está morta, cientificamente sem vida.

Ducra: Um corpo não importa o que importa são os ensinamentos. – Aproximava – se e um brilho começou a se originar, uma cor roxa ganhou domínio sobre esse ambiente enegrecido. Minhas tatuagens da Casta Superior.

Cada escritura tem uma razão para está tatuada sobre meu corpo, algo que juntas viram um todo e esse todo está expulsando o vírus de cada ponto de minha pessoa. Manter – se aqui tornasse um caminho inviável, não posso nem mesmo dizer adeus. Só esperar seu ultimo discurso sair e o retorno à dura realidade terminar.

Ducra: Não pode viver no passado e no presente ao mesmo tempo, deve escolher. A sua recusa na escolha levará todos a serem devorados nas trevas governantes de seu coração. Nenhum amigo seu restará com vida si a sim continuar. Para terminar com a ameaça você tem que buscar o Diamante Negro. Que essa seja a ultima vez que o ajudarei. Boa sorte, discípulo.

O eco do conselho foi substituído. Enquanto meus braços se reergueram e as lâminas uma vez manchadas de vermelho se revelearam. Um corte se seguiu entre essa atmosfera envenenada resultando em um grito agudo de um imortal. Um imortal que acaba de se tornar um mortal. Esvaziado de vida o ancião se localizava enquanto os seus restos finais sumiam entre o escurecido desse cenário. Eu sei o que vem a seguir, retaliação.

O dourado chamativo mostra perfeitamente os desenhos esculpidos pelos membros da antiga ordem. Coisas que o significado já se perdeu na passagem temporal que vivo por toda a minha vida. Não importa mais o porquê deles estarem gravados nisso.  Para mim somente resta à tarefa de ser o legado de um grupo caído.  Um dever que talvez eu não possa cumprir não, até meu corpo parar de recuar por causa dos ataques sucessivos recebidos.  Uma força contraria pousa meu corpo de volta a uma base fixa. Estou costa á costa com minha amiga.

Um breve estudo eu fiz. Sem danos visíveis ela está. Isso me alivia bastante. O suor escorre em demasia em Jessie. Pode ter se esquivado dos golpes, mas, isso certamente causou uma fadiga em seus ossos.  Porem, aonde pela lógica deveria residir um cansaço, reside uma determinação tão clara quanto um céu ensolarado.  O silêncio passeia em nossos ouvidos. Calmaria antes do caos, uma calma que foi quebrada por grunhidos animalescos.

Indescritível são esses animais. Bichos que se dissipam em sua própria treva.  Construções que desaparecem ao receber a batida de nosso equipamento. Isso é a maior aproximação de trabalho de equipe que tenho deste ser revido. Por mais que não admita, por mais que possa ser egoísta, é bom ter uma pessoa zelando por mim mesmo com tudo isso ocorrendo simultaneamente.  Nesse momento, aquilo que enfrentamos é passado e agora gananciosamente um novo falatório veio para ser ouvido.

Drakar: Porque continua com esse gado sobrinha? Nós formos trazidos aqui para sermos os ditadores.

Jessie: Não tem o direito de comandar eles tio. São muito mais do que você percebe.

Drakar: Cega minha familiar se transformou?  Veja a história deles e perceberás que humanos não tem mais o direito sobre esse mundo corrompido.

Jessie:  Eu tenho fé. Uma fé que o senhor não tem.

Drakar: Por isso você é uma tola.

Jessie: Não sou tola.

O quinteto fixava – se em nós. Arrogância fervia na energia azulada que girava em torno deles.  Focando todos os seus poderes em um supremo contra-ataque. Queriam mostrar – nós a sua supremacia levando nossa vida em um movimento. Uma tentativa que foge – me sua finalização, nevoada por pedaços desconexos de ações que correm em meu raciono momentaneamente deficiente.

Uma agulha e fogo aparecem para mim no lento processo de acordar.  Marcas remanescentes sem sentidos que tentam dizer algo que faz sua fuga de meu pensamento. Corpos se encontram tombados e a luz solar de Azarath e auxilia em uma melhor visualização da extinta sociedade. Não sei o houve com essas pessoas e nem quem fez. A.R.G.U.S., eles eram agentes dessa organização. Uma fácil dedução graças o seu logotipo visível nas roupas.

Procurar por resposta é meu objetivo primário. Uma diretriz que encontra sua solução através do som originado de um capacete que impede a identificação de seu proprietário.

Agente da A.R.G.U.S: Você está preso. Renda – se ou atiramos.

Posso contar sete. Todos com suas metralhadoras mirando sobre meu corpo.

PersonagensEditar

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