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Origens Arcaicas é a decíma primeira edição de Vidro (Comics).

SinopseEditar

Eles podem facilmente serem considerados como um dos maiores horrores já encontrados sobre esse solo. Para entender o presente, precisa - se comprender o passado. O ínicio sombrio deste seres finalmente virá a luz.

HistóraEditar

Um erro e a essência mortal nos devoraram pesadamente sob essa carne que está vertida. Correr é o que sobra para homens em nossa condição. Mortais que aguardam um amanhã enegrecido aos poucos.  O barulho das respirações poderosas e lutadores de John é a única coisa capaz de quebrar a calada que se ergueu. O silêncio que reconquistar sua posição segundos depois.

O baque é hábil o suficiente para anunciar. Um corpo estava caído nesse instante. Seus olhos eram fechados e aos poucos o sono tornou – se seu governante.  Eu encarava o causador dessa situação obscura. Pouco se tinha para olhar além de uma fumaça sem limites.  As trevas que lá se residiam poderiam ser comparadas com um vírus nulo de desfechos. Unindo – se a escuridão da caverna, como se tivesse nascido dela.  Seria uma verdade muito doce.

Viver na mentira seria bom nesse caso.  Fingir não saber a real fonte dos males que derramam – se sobre esse planeta.  Ignorar a visão dos olhares esverdeados se transformando em mensageiros do terror não conhecedor da morte.  Permitir ficar alheio ao mal criando de ante minha pele.  Ignorância é uma benção abandonada por mim nos dias atuais que se seguem. Batalhar com o que não pode ser batalhado é a escolha final.

Destruição persegue essa personificação maligna. Raios dourados recusam a tombar diante o frete da derrota.  Rajadas trazem um caos inútil nesses corredores de pedra vazios.  Dissipar sua forma é somente um sonho que não pode ser atingido.  O fim é repetido  mais uma vez perante meus sentidos. Cercado por aquilo que não pode ser tocado e posto na inconsciência por algo inacabável.

Solidão é o governante novamente. Disparos voam por um ar toxico e letal. Balas não passam um corpo inatingível.  Pés negando o destino que já foi dito. Cartuchos foram dominados pelo vácuo e pistolas se encontravam derrubadas. As luzes se apagavam nesse fundo cercado pelo oculto. A saída era extinta. Uma faca é o legado do arsenal derrubado. O prelúdio de minha sentença se aproximava.

O esperando não aconteceu hoje. O rosto do fim é um conhecido e familiar. Cabelos loiros eram luzes falsas nesta paisagem e a esperança uma ilusão ruída. Pegadas vagavam por esse corredor finito. As lâminas que salvaram minha vida são agora as enceradoras de minha existência.  O conflito justo será o ato de encerramento dessa cruzada vingativa. Espadas contra faca.

A velocidade e agilidade tornavam seus golpes algo complexo de evitar. O vento frio era a plateia dos acontecimentos sequentes.  Bloquear o caminho viável para a sobrevivência e o momento certo seria minha maior arma.  A brutalidade e um ato. Costas batiam em um solo gelado e sombrio.  Armas que distanciavam de sua dona. A queda que finalmente havia achado.

Sua face demonstrava o poder que havia aceitado e o qual profundo sua velha eu foi enterrada. Eu tinha o direito sobre seu destino em um momento perdido pelo tempo. O abraço das trevas havia chegando ao fundo de sua mente e o sopro da inconsciência tinha conseguido seu lugar em meus membros. O cair era minha garantia e seu rosto foi a ultima imagem gravada em minha mente. Os gestos triunfantes dela. Jessie.

Dentes sobreviventes sabem arremessar. Errático, isso não é por sobreviver e sim por algo que ainda não existe capacidade de ser entendido. O poder. A cegueira é a rainha dessas mordidas interruptas. Os gritos não passam de um eco que logo se esvazia. Sombras de animais que uma vez pisaram nesse solo.  O sangue derramado é o registro de vidas que tiveram seu fim nesse ato.

O vermelho cobre o que uma vez era branco em suas bocas. Remanescentes de algo que jamais irá descansar em paz. As mãos buscavam as sobras do que minutos atrás eram homens e mulheres de seu próprio clã. A calada assombra esse ritual sem um verdadeiro inicio ou fim. Os animais logo perdem seu espaço nesse mundo.  Os passos representam a fome que nunca irá cessar.

Os pensamentos se misturam complicadamente com os sentimentos recém-descobertos. Os braços não abandonaram o ritual massacrante que foi feito. Lembranças de tripas ainda residiam em sua pele alimentada.  Longe do conhecimento deles um berro sem som saia de lábios mortos. Era a vitima que nada mais possuía. Um limbo é como se poderia descrever seu estado. A luta entre ser esquecido e a dócil vingança. Entre abandonar ou ser lembrado.

A alma deste planeta ouviu o seu chamado e o socorro chegou.  Das profundezas dessa terra manchadas pelo canibalismo. O levantar de seus dedos indicavam sem ciência o final de todas as eras. O andar fez seu caminho a um vingador apagado do passado. Pela primeira vez a humanidade experimentou. A clareza é o invasor dessa mente e a luz sombria penetrou no primeiro ser.

A caverna era toca aonde a morte era mais vida do que a própria vida. Peles eram troféus em uma louca exposição de superioridade arcaica. A força era o que movia as respirações desses noves restantes.  O presente veio na forma da melhor amiga deles: a dor. Possuídos seus vasos sanguíneos tornaram – se. A escuridão era uma sedução sem equivalente e as trevas logo tomavam conta dos canibais que lá moravam.

A corrupção havia começado a existir entre nós. Correr não adiantava, pois, o perseguidor era a própria eternidade. O desespero moveu as respirações sequentes que negava a desistência. O motivo se perdia na irracionalidade de seu interior. Talvez, o amor fosse a designação dada a isso. Muito antes do pensamento coerente uma frase havia se formado e sobrado em seus ouvidos carregados.

O Poço dos Pecados. Justificativas para seu achado já se perderam no fluxo temporal.  Seus cabelos de poeira era á única luminosidade que chegava aos olhos enegrecidos que á observavam.  O destino para essa mulher estava selado e tão pouco os sonhos dessa pequena em seus braços não foram.  Uma queda terminal estava guardada para seu futuro assim como um adeus mudo que a seguiu.

Uma criança sem devolução por essas águas egoístas.  O prólogo do desfecho foi marcado pela treva que uniu os nove originais. Aquele que caiu transformou – se em seu líder e dele a primeira palavra da sub - espécie se revelou.

Inominável.

A magia tem a sua vitória sobre os séculos. Telas azuis que acabaram de mostrar o que foi suturado pela história se dissiparam como se a existência deles fosse um sonho. Combater era uma imaginação que já largou cada um de nós. Reféns de seus próprios membros internos, presos no vicio desse mal sem nome. Agora, como antes, eles somente conhecem uma fome sem limites.

Nossos corpos recebem permissão para se derrubarem. As espadas sob minha cabeça eram movidas por palavras venenosas. A espera foi minha companheira nesses momentos e a deslocação leve do vento o anúncio da minha mortalidade. Até que o eco dessas palavras virem à prova que eu estive aqui.

Drakar: Esquecida por nenhum tempo sobrinha, o universo tem um plano para você. Não fogem de meus dez mil anos de idade o conhecimento sobre seu destino e como ele deve ser manipulado para assim, seu clã prosperar.

O fogo da matança alcançou esse lugar. Não, essas são as chamas da esperança que não creio. A luz se formou e a verdadeira face se revelou.  O rosto que não se possui, a descrição que não pode ser finalizada. A escuridão é tudo que sobreviveu de seus corpos com todos os rostos e ao mesmo tempo nenhum. O existir paradoxal.

Brasas é a mais nova ameaça ao imperador que busca manter sua influência. O escuro não tem como se esconder dos pingos de chuva avermelhadas nascentes de cortes auto – infligidos. O brilhoso olhar destes raios é capaz de gerar medo aonde deseja. A chama seria a cortina que caiu. Os requisitos dela permanecem nessas íris amareladas, profundas como o mar. Em seu próprio império roubando, as regras que regem serão extintas.

Então, sim. Somos como Fora – da - Lei. Cientes da obviedade desse jogo: Somente restará um vencedor nesse frete com a morte. 

PersonagensEditar

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