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O Outro Lado da Morte é a primeira edição de Vidro (Comics).

SinopseEditar

Bem Vindo (a) ao ínicio desse universo. Antes de luz houve escuridão. O argulho está presente na estreia desse universo vasto. Os Novos 52 está oficialmente com sua primeiro núcleo e ele é sombrio. A Luz e as Trevas é sua balança. Um mundo prestes a se tornar vidro ou renascer. 

HistóriaEditar

Lanças eram jogadas diante ao céu que se tornou completamente coberto por uma densa escuridão feita de sombras, gritos de guerra poderiam ser ouvidos assim como som de espadas se chocando, o chão tinha gotas de sangue e logo muitos corpos começaram a cair sobre o mesmo.

O alto tinha mãos feitas de sombras, essas mãos tentavam capturar os guerreiros da antiga ordem, cada um deles dissipou muitas vezes o invasor com os golpes de suas armas brancas, porém a obscuridade crescia mais e mais no fim cada um deles foi levado face a face com as trevas que lá habitavam.

Uma chuva de gritos ocorria de tamanho grau que era praticamente impossível dizer se o grito era de somente um ser vivo ou se era todos gritando em uníssono, gritando pela sua vida, gritando desesperadamente pelo amanhã que nunca verá, pois, nada escapa do mal antigo. Nada nem ninguém.

De repente tudo parou, um silêncio e calmaria tomou o lugar antes de cadáveres começaram a cair do chão, como se fosse uma chuva de mortos que logo ocupou todo o solo de Supéria, os animais pré-históricos do local berravam e avançaram contra a maldade voadora, dez segundos depois todos esses imensos predadores tiveram o mesmo desfecho.

A grama era coberta por pedaços do sistema interior dos animais misturado com grandes poças de sangue dos mesmos, o sangue jurava por todo o local até que toda aquele local estava boiando em um nível considerável do liquido vermelho.

Uma energia sombria se unia no solo, em seguida essa energia se dividiu em sete pontos específicos, lentamente formando o corpo dos Inomináveis.

Inominável: Essa é a Casta Superior? Já vi coisas melhores.

O Inominável que falou sorriu, um sorriso maligno enquanto mostrava seus olhos que se escondiam em um capuz brancos, olhos que só tinhas treva, como se a vida dele fosse consumida pelo mal, sobrando só o terrível e extenso poder.

Entre os caídos surgiu uma idosa, ela estava parada observando todo o massacre, em seu corpo fervia uma energia mística que cercava todo a sua extensão, essa era Ducra, a líder da Casta Superior, um dos seres mais fortes do planeta, talvez, uma das melhores pessoas que conheci em toda a minha vida.

Ducra: Eu parei você durante dez mil anos, você não irá passar.

Inominável: Aposta sua vida nisso?

Não teve resposta, as trevas presentes pelo céu começaram a descer para o solo, como se toda a luz do sol tivesse sido sugado e nada poderia ser visto a não ser uma eterna escuridão, Ducra se encontrava cega, sem conseguir ver seus oponentes que riam sadicamente perante a situação.

Inominável: Não se pode atacar o que os olhos não veem, esse é o problema de vocês.

Ducra: Eu não preciso ver.

A energia de tom azulada ao redor de Ducra se expande, linhas finas começam a aparecer, linhas de energia mística que em um segundo explodem. Toda a escuridão desaparece com o ataque e todos os imortais estavam bastante feridos com o ataque, mas longe de serem derrotados.

Ducra: Não...

A idosa cai de joelhos, suas mãos se chocam contra o solo, dor é visível em seus movimentos, parecia que os seus ossos não a deixavam continuar ou não queriam que a mesma continuasse. Em sua frente uma barreira de energia vermelha aparece, formando a forma de um rosto que não tenho capacidade de ver.

Ducra: Trigon.

A líder da Casta Superior se levantou, estava com um olhar determinado, ela não iria desistir mesmo sabendo que isso era possivelmente seu fim. Em suas mãos a energia mística se formava, a mestra iria atacar em breve.

Trigon: Bruxa.

Tanto Ducra quanto Trigon focaram seus poderes em um raio continuo que se chocou. As duas energias estavam em pé de igualdade até que houve uma explosão e em seguida nada poderia ser visto só ouvido.

Ducra: Existe algo que não você não pode derrotar – dizia a mestra, sua voz estava falha, como se estivesse sendo enforcada.

Trigon: Não existe nada que não irá se deitar perante os meus pés.

Ducra: Mesmo... c... com... minha morte... ainda existirá... esperança, isso você nunca poderá destruir.

Trigon: Esperança é uma ilusão e liberdade uma miragem.

O silêncio reinou e nada mais poderia ser ouvido no escuro.

Fim da Visão.

Meu corpo se choca contra o chão, sangue sai da minha boca, esse é uma das desvantagens de ter um poder como o meu, cada vez que se usa o mesmo ele irá te matar de dentro para fora, basicamente estou ensinado minha sentença de morte.

Lentamente minha visão começa a voltar ao padrão normal de funcionamento, olho a minha volta e percebo que estou no meio de um corredor branco vazio. Todos os meus músculos parecem não querem se levantar e dor governa todo o meu corpo, porém, eu sei lidar com a dor.

Levanto – me encostando o meu corpo contra a parede, eu precisava de tempo para processar tudo o que eu tinha visto, por mais ilógico que tudo aquilo parece, pois, só uma invasão extraterrestre se equivaleria a Casta Superior. De repente um grupo de cinco pessoas vertidas em trajes brancos aparece em minha frente.

Eles são agentes da Providência, uma organização que luta contra EVOs, ou seja, em termos leigos são seres sobre – humanos. Um deles avança em minha direção tentando acertar um soco que eu facilmente bloqueio.

Não a motivos claros para os mesmos me atacarem, ninguém da Providência ganharia algo atacando – me, nenhum de meus inimigos tem conhecimento de minha identidade verdadeira ou nem sabem se eu existo, logo só resta um grupo de seres que poderia fazer isso; Os Inomináveis.

Derroto todos os agentes em menos de um minuto, usando golpes brutais embora ninguém foi morto no processo. Se eles estão com os Inomináveis, é provável que estivessem sendo controlados, se esse é o caso o mal antigo ainda está aqui, escondido.

Olho para frente, isso não é bom, Rex deve ter visto tudo pois está armado para combate, ele é impulsivo, em outras palavras, não vai querer ouvir explicações, eu poderia fugir mais nesse local não existe muitas saídas, Rex Salazar é um EVOs com capacidades de construir maquinas a partir de seu corpo, nesse estado não posso fugir dele, a única alternativa é combate.

Eu: Salazar. É pouco lógico... – ele avança com suas mãos de metal gigantes, as mãos rex em minha direção.

PersonagensEditar

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