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Massacre é a sexta edição de Vidro (Comics).

SinopseEditar

Pouco se pode dizer e muito se pode ver. O destruidor alcançou aonde não deveria ter alcançado. O que se pode fazer além de assistir? O que se pode fazer contra um inimgo desconhecido e mortal? Uma informação é certa, estamos fadados ao caos.

HistóriaEditar

Tantos cadáveres caídos no chão, tantos vidas sendo destruídas por uma energia vermelha que parecia vim de todo o local e ao mesmo tempo de nenhum local, cada sobro de vida arrancando enquanto vários baques podiam ser vistos e ouvidos enquanto os grandes prédios caiam como se fossem nada, como se a vida não fosse nada.

O local era cheio de prédios de cores douradas ou brancas, tudo parecia está em chamas que não acabavam não havia nenhum caos por parte dos membros dessa dimensão que se chamava Azarath. Enquanto destroços caiam com grande força todos os homens e mulheres se encontravam sentados, meditando sem fazer nada, sem revidar. Partes dos capuzes eram as únicas coisas que restavam, as únicas provas que revelam que uma ver eles existiram enquanto raios de energia os atingem.

Pouco eu poderia fazer enquanto minha mente buscava um padrão para os ataques, uma fonte de onde tudo isso poderia está vindo e a resposta era tão clara quanto a destruição á minha frente: Nada, essa destruição vinha do todo e do nada ao mesmo tempo, vinha de outra dimensão, a dimensão de Trigon.

Vejo Jessie partindo em meio de um completo massacre, com seus movimentos rápidos minha amiga determinada salva uma criança de ser atingida pelo ataque de outra dimensão a empurrando para longe.

Jessie: Você está legal garoto?

Criança: Não deve nós salvar moça.

Jessie: Toda a vida pode ser salva, você ainda tem seus pais?

Criança: Lutar só gerará mais violência, devemos esperar pacificamente nosso fim.

O Garoto se levantou em um movimento simples e correu em direção ao campo de destruição enquanto era seguido pela a filha de Ducra, um raio o atingiu enquanto ele sorria, um raio o forçou dá adeus a sua vida sobrando somente alguns pedaços da cor branca de seu manto.Aquilo não era uma guerra, era um assassinato em massa de autoria de um único e exclusivo ser.

O que antes era a cidade pacifica que flutuava sobre um céu de outra dimensão, que foi refugiu de paz para muitas estavam prestes a se tornar cinzas enquanto eu e Jessie corremos atravessando os destroços e fugindo dos ataques. Buscando um lugar para nós esconder, um local para podemos planejar nosso próximo passo antes que seja tarde demais.

Entre as ruínas desse local encontramos um prédio que embora extremamente destruído ainda conseguisse manter sua estrutura, era frágil e boa parte das entradas e saídas do mesmo foram cobertas por grandes destroços, estávamos presos em uma sala branca junto de alguns moveis sendo boa parte consumidos durante a batalha e com somente um ponto de fuga.

Meu corpo se chocou contra a parede enquanto eu o descia lentamente  para o chão e colocava minha mão aberta sobre o lado direito de minha face.

Como esperado eu sinto cada morte, cada ultimo sobro de vida dessas pessoas que viam o fim de sua existência e não faziam nada para impedir, seu código de moral era uma fraqueza que permitirá Trigon consumir toda essa dimensão até sobrar somente cinzas.

Meus olhos choram sangue que cai lentamente em minha roupa enquanto absorvo toda a morte que aquele local apresentava para mim, centenas de morte por segundo. Aquilo era demais para mim. Eu gostaria de ter esperança, eu gostaria de poder acreditar que tudo pode melhor, mas, no fim de tudo esperança é um luxo que morreu comigo. Eram tantos gritos de dor que eu não podia observar a cena e sem isso minha chance de achar os Inomináveis meio a esse cenário é pouca.

Olho a minha volta novamente, Jessie segurava sua arma em uma mão e a espada em outra enquanto vigiava a única entrada. Posso ver por sua expressão facial que a mesma queria está ajudando cada uma dessas pessoas sem nem ao menos conhece – lãs. Por mais não tático isso não fosse, por mais que logicamente isso poderia ser uma ação que custaria sua vida.

Vida. Algo que eu não poderia ver por aqui, eu só poderia sentir cada morte martelando em minha cabeça enquanto olhava para o céu com a cabeça na parede, a cada segundo que se passava o mal antigo poderia está mais próximo do bem material mais precioso de meus mestres.  Eu não posso deixa – lós saírem com vida depois de tudo isso.

Jogo o meu corpo contra o chão enquanto as gotas continuam a manchar o chão de vermelho, eu estava prestes a forçar meu poder.

Visão

Agora eu estava sobre o comando de minha maldição, vendo todos os locais da cidade flutuante que acontecia mortes, eu poderia sentir a destruição que crescia naquele local enquanto meu poder andava em direção ao meu objetivo, ao mal antigo.

Perante as mortes silenciosas dos habitantes desse local e todas as ruínas que se formavam durante as explosões de poder do ataque invisível pude ver através dos olhos de uma pequena menina todos os Inomináveis. Eles vertiam capuzes brancos com detalhes vermelhos enquanto atravessavam todos os raios de energia lentamente, quase como se toda a destruição fosse menos que nada.

A menina a quem observo deve ter no máximo cinco anos de idade e está caída depois de ser o alvo de uma explosão, olhando para os encapuzados enquanto tentava falar algo, palavras que nunca saiam de sua boca e ao mesmo tempo era tão obvio: Ela queria ajuda.  Um Inominável a percebeu se aproximado da garota.

Inominável: Quer ajuda?

Ela fez que sim com um movimento de cabeça e logo em seguida a mão do Inominável já estava em busca de seus órgãos. No inicio o processo a livrou de toda a dor e em seguida tornou – se um sofrimento insuportável. E um único grito suou por Azarath antes de sua vida ter um fim.

Inominável: Temos que continuar, o Poço está no Templo.

Fim da Visão

Meu corpo começa a queimar, uma queimadura tão forte que me faz gritar enquanto sinto o fogo vir de dentro para fora de meu corpo.  Jessie corre em minha direção e se ajoelha em minha frente enquanto a queimadura se forma lentamente. Esta começando, está começando meus dias finais quando o fogo surge de dentro de mim para fora até que serei consumido pelas chamas lentamente, unindo – me aos mortos que vejo o tempo todo.

Enquanto as lagrimas de sangue escorrem lentamente sobre minha face, minha amiga me envolve em seus braços, ela sabe o que em poucos dias se não horas pode acontecer, ela sabe que o fim para mim já está marcado.

Jessie: Terry...

Eu: Você sabe o que isso significa não é? Logicamente para mim acabou.

Jessie: Não, ainda resta esperança.

Eu:  Engraçado, foi as ultimas palavras de sua mãe antes de falecer, vocês são tão parecidas.

Jessie: Não se atreva a cair, por que caímos?

Eu: Para aprendemos a nós levantar. Mais uma lição da mestra, porém,  se eu tiver sorte tenho dois dias, tornei – me um peso morto e falhei. Desculpe.

Ela abraça – me mais forte, como se nunca mais iria largar – me, como se eu fosse uma fugaz lembrança do passado que ela não queria perder.

Eu: Eles foram para uma espécie de Templo.

Jessie: Ei, eu me chamo essência por que sou um transporte para esperança, segundo minha mãe.

Minha amiga largou – me e se levantou, esticando sua mão em minha direção enquanto falava:

Jessie:  Garoto, não posso te deixar o morrer tá? Além do mais não pode morrer antes de responder minha pergunta, ainda nem tive resposta.

Eu segurei sua mão, com firmeza. Alguma coisa nela fazia – me sentir melhor, como se sua determinação acabasse inspirando todos a sua volta. Eu ainda estava fraco e mal poderia segurar as espadas corretamente enquanto o fogo interno queimava cada vez mais meu anti – braço e alastava sem pressa para o resto.

O Céu foi coberto por uma grande quantidade de sombras e toda a luz foi extinta em um piscar de olhos.

Jessie: Diz à lenda que quando as sombras governarem o céu, quanto as mesma tirarem toda a luz, o mal antigo uma vez preso foi liberado, liberado em todos os cinco cantos do planeta e assim começaria seu reinado e a destruição da humanidade.

PersonagensEditar

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