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Ataque de EVO é a segunda edição de Vidro (Comics).

SinopseEditar

O combate nem sempre é com o mal. Desta vez o anti - herói Terrence entrará em conflito um Elemento Variável Orgânico. Ou seja, está em luta contra o famoso Rex Salazar. será que a verdade virá a luz?

HistóriaEditar

Ele é previsível, meu forte pode não ser a agilidade e acrobacia, mas consigo esquiva – me de todas as suas tentativas de tentar acerta – me com suas mãos gigantes de metal. Ele não vai ouvir a razão a menos que seja derrotado.

Como esperado ele muda sua tática de ação, ou no mínimo parte dela, muda de mãos gigantes para espada gigantesca, uma lâmina laranja que chega a cobrir todo o seu anti – braço, irá tentar derrota –me com ataques rápidos, porém continuará sem plano de combate real, só vai atacar. Recuo para trais, me abaixando e pegando a pistola branca de um dos agentes caídos no chão.

Como deduzido Rex avança correndo para tentar deferir seu alvo com o um golpe perigoso, eu somente disparo contra o garoto que é obrigado a parar seu avanço a fim de bloquear os tiros, dando o tempo que eu preciso.

Enquanto o menino robô necessita por a lâmina na frente de seu rosto, tapando sua visão em troca de se defender dos tiros, eu corro em sua direção largando a arma (com a trava de segurança) no solo nesse processo.  Quando finalmente Rex tem seus sentidos sem obstrução é acertado por um soco em sua face.

Isso o faz recuar para trás, antes mesmo de ele conseguir reagir, acerte – o uma sequência de socos que o fez vacilar ainda mais e bater suas costas contra a parede esbraquesada, soltando um pequeno gemido antes de cair completamente inconsciente no chão.

Ouço sons de pessoas gritando, dos dois lados do corredor, logo fui cercado pelas duas extremidades, por agentes da Providência apontando armas em minha direção, eu possivelmente poderia matar todos, porém, estou em desvantagem e brigas entre nós seria um passo errado a se fazer enquanto ainda tem um Inominável á solta.

Levanto as mãos para o alto em sinal de rendição. Eles não iram me matar, eles Iram colocar algemas em mim e em seguida irei ser interrogado, de lá será fácil escapar e completar minha missão sem ser visto e sozinho. Invés de fazerem isso eles simplesmente ficam parados e da multidão de pessoas em trajes padronizados surge uma jovem, Jessie.

Seus olhos verdes se destacam, seus olhos verdes que demonstram uma imensa força e determinação ao mesmo tempo, uma força de vontade que eu nunca terei e nunca vi em qualquer outra pessoa, estava vestida com seu traje para missões, uma arma e uma espada poderiam ser vistas e por fim seu cabelo loiro estava preso.

Jessie: Terry, tudo foi resorvido entre a Providência e a A.R.G.U.S., você vem conosco.

Eu: Pelo que observo, na verdade é só você, eu e dezenas de agentes da Providência aqui.

Um esquadrão de agentes da A.R.G.U.S. em seguida aparece junto a garota, não a escapatória, terei que trabalhar em equipe, pelo menos possivelmente será com ela, uma das poucas pessoas se não a única que eu trabalharei em equipe atualmente. Sou levado pelo grupo e horas depois estou sentado em um jato que tem como destino: Supéria, o lar da Casta Superior.

O assento onde estou é bastante confortável, teoricamente nesse avião somente há eu,Jessie e um piloto que eu não vi até agora. A jovem de globos oculares esmeralda surgiu em pé ao meu lado e com ela uma caixa prateada.

Jessie: Irá precisar disso, Terry.

Pego a caixa e a abro, nela está alguns dos meus equipamentos: Duas pistolas juntos de munição, um soco inglês feito para ferir o mal antigo, uma faca e por fim minhas duas Espadas Superiores.

Eu: Esses equipamentos estavam em um dos meus esconderijos – digo enquanto coloco a caixa aberta no assento ao meu lado,

Jessie: Eu descobri um de seus esconderijos,umas duas semanas atrás. Não contei a ninguém.

Jessie havia sentado no assento a minha frente, não tem motivos para não confiar nela, afinal, se eu tenho uma amiga real nesse mundo, sem sombra de dúvida seria ela, muito embora cientificamente nada seria 100%, nesse caso eu ignoro essa regra.

Pressiono meu corpo para frente, pressionando uma mão minha contra a outra, meu poder simplesmente não para de funcionar, eu sinto e vejo morte de dezenas de pessoas desconhecidas  e a cada vez que isso acontece sou morto lentamente de dentro para a fora, com uma imensa dor, não sei o quanto mais meu corpo pode resistir.

Minha aliada coloca sua mão em cima da minha, isso é de certa forma tranquilizador, sentir calor humano, acho que ela deve ter percebido meu sofrimento,afinal, ela sempre foi muito inteligente também.

Jessie: Terry, ela sofreu? Minha mãe sofreu?

Eu: Ela lutou até o fim, o olhar dela de determinação é igual o seu olhar.

A filha da antiga ordem esboçou um leve sorriso mesmo em sua tristeza. Além de mestra Ducra era sua mãe. Tudo ficou calmo, era quase como calmaria antes da tempestade. Olhando para a janela consegui ver a forte nevasca que estava ocorrendo, nós estamos perto, eu estava perto de conseguir minha vingança, todos os Inomináveis iram cair, nem que seja a ultima ação de minha vida.

De repente sombras aparecem, e a resposta se torna obvia em minha mente: É uma armadilha.

PersonagensEditar

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