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A Ponto de Morrer é a oitava edição de Vidro (Comics).

SinopseEditar

Agência de Respaldo e Gestão para a Unificação de Super-humanos é o nome. Eles já estiveram com os maiores e sobreviveram. A elite no que fazem e os melhores no que treinam. Uma missão foi dada eles, uma caça para ser caçada. Sua designação é: Terrence.

História Editar

Metralhadores têm seus alvos travados em mim, na verdade, seriam fuzis de assalto na prática. M16. A capacidade de carregamento vária, um alcance médio de 550m e cerca de 800 á 900 disparos por minuto. Em resumo, extremamente perigoso.  Conhecimentos assim eu tive que adquirir em minhas duas chances nesse planeta. Da mesma forma que possuo ciência do que esses homens e mulheres vão fazer: Iram esperar, se eu mostrar qualquer ação brusca... Eles abriram fogo.

Desculpe, mas é isso que vocês receberam em troca.  Sangue vaza em minhas mãos, não é meu. Não pertence aos Inomináveis e sim de outros Homo Sapiens, as pessoas que tombaram nessa paisagem destruída.  O tempo se esvazia e os questionamentos que poderiam ficar presente em minha mente desaparecem.  A importância disso sumiu e o único objetivo que vale a pena lutar é a merecida vingança para meus mestres. É perda de tempo ser preso por eles enquanto o terror pode agir em escala global a qualquer minuto.

Treinados e preparados ao extremo para todos os tipos de situação, mas, acima de tudo, agem sempre pelo esperado.  Os disparos aparentam atravessar o ar com sua tamanha rapidez, muitos estão vindos de uma vez.   Isso se encaixaria na categoria de obstáculo, pequenos projeteis que tornam a linha entre viver e morrer no raio de proximidade. Mas, possuindo o saber correto. Pode – se combater esse imenso poder e vence – ló em suas próprias regras.

Escapar disso é tão natural para pessoas como eu, como se fosse uma segunda respiração. A próxima ação é um punho cerrado entrando em choque contra a face do primeiro adversário caído. Seu capacete quebrou e os pedaços de vidro ajudam a mais cicatrizes entrarem em minha extensa coleção.  Um já foi, faltam seis.

Convencidos. Confiantes em demasia enquanto estão com suas armas e isso os torna descuidados.  Chuvas de efeito letal caiem em minha direção. Pensar é inviável, só resta confiar em meu treinamento. Deixar meu instinto assumir pleno controle. A arma de um tombado será minha vantagem, enquanto escapo da totalidade lançada contra mim e em seguida acerto o segundo com um brutal golpe no crânio. Inconsciente, deixou de ser uma ameaça.

Eles buscam a salvação. Procuram mudar de estratégia e recuar. O problema é que isso aconteceu tarde demais. A derrota já alcançou cada um desses presentes.  Balas fazem seu caminho até os objetivos determinados e logo meus adversários tiveram seu tão esperado encontro com o chão. Sem reação, sangrando, porém, vivos. Planejei para saírem vivos mais um dia. Afinal, isso era o trabalho deles e nada mais.

Cuidado pode ser a linha que irá te resgatar de um tombo, ás vezes a falta dessa capacidade resultará em uma situação fatal. Como por exemplo, rastros avermelhados que comprova que eu estive aqui.  Gritaria emotiva foi percorrendo essa atmosfera caótica até chegar nos ouvidos queridos. Uma audição prejudicada por um prólogo do que será uma chuva e nuvens pesadas descarregando o que precisam nessa paisagem.

Agente: Aqui, esse garoto deixou o rastro de sangue por essa trilha.

Sem respostas. Comunicações inúteis sobre a água que caia desse céu nublado. Eu observava, eu poderia olhar o choro sobre a queda do que podia ter sido uma das maiorias cidades desse universo.

Seu traje pouco o deixa tocar de verdade, mas, o frio em sua extensão poderia ser o dono de todos naquele exato momento. Tremor corria desesperadamente por todos seus ossos em busca de uma fuga que simplesmente não existira.  Seu capacete se encontrava em um estado coberto de pingos. Líquido decente pela expressão invisível de sua face e logo o abandonou. Liberando o rastro que tanto almejava.

Sua visão vasculha qualquer coisa para pegar, batalhando para não perder o rastro que começava a se tornar cada vez mais impossível de seguir com precisão.  Berro foi jogado sobre essa região, um barulho que somente a calada da noite teve a coragem de escutar. Continuar parece ser seu único objetivo claro. Perseguir – me até encontrai – me e então, fechar as chances que essa humanidade tem de resistir ao terrível horror que é o mal antigo. Não posso jogar esse jogo para sempre.

Um segundo gasto nessa perseguição equivale a mais um humano perdido para os Inomináveis. Eu sinto, meus poderes permitem isso. Neblina densa conquista um lugar aqui. Quase como se as energias místicas e malignas se recusassem a sair. Passos se transforma em uma macha com rumo definido, até que algo a obriga a parar, alguma coisa vinda do além dessa obscuridade, um assobio sinistro na mira desse fuzil.

Eu diria que alguém está assistindo esses eventos a partir das sombras que moram próximas. Porém, provas não passam de minha imaginação. O obscuro o abraça, a perdição de está perdido torna – se seu imperador.  Avanços pela estrada eram efetuados e aos poucos algo se revelou através daquele sombrio cenário, um rosto novo para mim e um colega para meu seguidor, meu possível futuro matador.

Esse ser era a fonte de uma luz brilhante, um guia para esse local obscuro. Uma clareza falsa que logo se apaga. O sorriso maléfico demonstrava seus dentes cerrados assim como seus olhos e cabelos castanhos demonstravam uma arrogância fervente escondia por sua estrutura invencível.

Eric: Nada de ruim acontece enquanto o super Eric está aqui. Ouvir seu grito.

Agente: O rastro termina dentro de um prédio.

Eric: O Eric aqui diz que vamos precisar do John.

A paisagem não é vitima de alterações grandiosas enquanto os dois colegas de trabalho fazem seu próprio retorno em direção ao necessário. A pista única que eles tinham de meu paradeiro estava perto de ser levada pelas forças da natureza. Eu seria anulado dessa história como uma brisa que não trouxe sensações, afundado entre o enorme passado de história da humanidade. Uma era que está em contagem regressiva para o desfecho iminente.

Camadas de panos brancos cobrem pedaços do que antes era uma imensa sociedade, uma ordem que tornou – se um pouco menos do que deixou cicatrizes de uma guerra que realmente não ocorreu. Um massacre.

Talvez, a maior charada que encarou minha inteligência: Como um ser seria capaz de atacar e mutilar Azarath e a Casta Superior? É um crime que eu não posso aceitar. Um ato onde redenção não é uma opção.  Os olhos verdes são capazes de mudar meu foco, seu rosto é capaz de faz um sorriso cair sob a boca do projetor de energia. Ao seu lado está parado o objetivo dessa vinda. Um capuz típico dessa cidade caída cobre todos os seus músculos e pouco pode se ver de sua aparência.

John, esse era o nome. Tempo não poderia ser consumida a toa e as explicações foram resumidas para o resto da equipe. Um soldado anônimo acompanhava o resto dessas jovens pessoas, eu sei, eu tenho conhecimento que a cada minuto eles estão há poucas pisadas de me acharem. Eu fui o meu próprio traidor.  Os passageiros tinham visualização de desenhos feitos nas paredes, a escrita pessoal desse povo, que caíra na roda dos esquecidos muito rapidamente.  Significados perdessem nessa busca por meu sangue, próximo da sua fonte.

Eles chegaram. O cheiro da pólvora era claro para narinas treinadas. Sons de uma bala arremessada.  Uma carne tombada. Uma espada sendo retirado de seu repouso. Vozes questionando a verdade do que presenciaram.  Misturavam – se em meus ouvidos, era eu, eu ficava sendo o destaque no final, o pior tido de atenção que uma pessoa gostaria depois de voltar dos mortos e agora, estava prestes a retornar para eles.

A arma fria apontando para a cabeça. Humo Sapiens imóveis e rendidos sobre aqueles acontecimentos estavam. Misturado em mim aquilo poderia ser encontrado e a verdade tomou sua posição, subjulgando a mentira. Ela não necessita ser retirada e sim anunciada por uma voz suave e calma.

Jessie: Terry, você fez isso para escapar.

Nenhuma silaba a mais para a mensagem ser entregue aos demais. Impotentes enquanto eu tinha um refém. A filha de Ducra não irá atacar, está escrito em sua linguagem corporal. Na verdade, olhar era a liberdade que eles tinham, olhares poderiam ver, mas, nada poderiam fazer.  Forçar minha paisagem foi uma tarefa simples e logo eu estava de frente a porta dos fundos das ruínas que se tornaram.

Uma frase ainda conseguiu ser retirada de John antes de cair no chão. Utilizando um dos trajes dos agentes que derrubei, escondendo o corpo, montando um rastro falso, chamar a atenção dos agentes para o santuário e por causa disso, obriga – lós a chamar o especialista que os trouxeram logicamente até aqui. Usa – ló de refém para revelar com seus conhecimentos uma saída. Eu deveria correr para a fuga e ainda teimo em ouvir as palavras ditais no caminho para o portal.

John: Meu amigo, ainda tem retorno para você, à paz ainda pode entrar.

Letras agrupadas. Agrupações que vagam pelo fluxo dessa viagem, um retorno ao começo de minha vida. Gotham.

PersonagensEditar

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